quinta-feira, 28 de agosto de 2008

VOCÊ É BRANCO? CUIDADO!



por Ives Gandra da Silva Martins*


Hoje, tenho eu a impressão de que o 'cidadão comum e branco' é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a esses grupos submetidas a possíveis preconceitos. Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades, e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.



Os índios , que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados. Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.



Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.
Os invasores de terras , que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este 'privilégio', porque cumpre a lei.




Desertores e assassinos , que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos. São tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.




*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS - Professor Emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.



CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.



Até quando os cidadãos de bem, aqueles que trabalham e garantem o desenvolvimento da Nação, vão ficar calados, assistindo ao movimento não tão silencioso da espoliação do país pelas forças 'socialistas', coordenada por sindicalistas vagabundos e oportunistas, ONGs de mentirinha, desocupados de plantão e o restante da família política de petistas & associados? Enquanto eu ajudava no crescimento do Brasil, colaborando na expansão da Siderurgia, Cimento e Celulose, de sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia, agora com 43 anos de engenharia, os vagabundos bebiam cerveja, faziam pregações de uma doutrina política que se autoextinguiu (de porre, evidentemente) e nas horas em que não estavam de resssaca, roubavam bancos para garantir fundos mais fáceis em substituição àqueles obtidos pelo trabalho honesto, ou o cofre do Ademar de Barros (Dilma Roussef garante que coordenou a operação do roubo, mas que não participou da abertura do mesmo para o saque de alguns milhões em moeda estrangeira; é por isso que acredito em duende, saci-pererê, papai noel e coelhinho da páscoa etc).
Ziraldo e Jaguar, perseguidos políticos e merecedores de indenizações da ordem de 15 milhões de reais, cada um, mais pensão vitalícia de 4.500 reais mensais? Deve ser piada, já que eles são humoristas.



Viva o Brasil? O país mereceu minha ajuda? A volta do Estado de direito retorna pelo voto? Deve ser brincadeira acreditar nisso.

domingo, 17 de agosto de 2008

Olavo de Carvalho direto do abismo!








DIRETO DO ABISMO




ENTREVISTA




OLAVO DE CARVALHO




DIRETO DO ABISMO




ENTREVISTA




OLAVO DE CARVALHO













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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Beijing 2008 - come visit

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Como Olavo de Carvalho denunciou...


O dossiê brasileiro está aqui




Como eu dizia

Por Olavo de Carvalho


Logo após a divulgação do Dossiê Brasil na revista colombiana Cambio , confirmando tudo aquilo que há anos venho dizendo sobre a aliança PT-Farc, o Chefe de Gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, saiu alardeando que não tem qualquer "ligação estreita" com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que o governo brasileiro "tem zero de relação com as Farc".



Não preciso contestar a dupla mentira. Já o fiz, com muita antecedência, no artigo Simbiose obscena , publicado em O Globo de 7 de fevereiro de 2004, no qual remetia os leitores ao site http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm , "para que vejam com seus próprios olhos a obscena simbiose entre a narcoguerrilha colombiana e a farsa petista que nos governa”. O endereço – prosseguia o artigo - "é de América Libre , versão jornalística do Foro de São Paulo , fundada por (adivinhem) Frei Betto e hoje dirigida por (já adivinharam) Emir Sader. A revista prega abertamente a guerra revolucionária, a implantação do comunismo em toda a América Latina. Seu mais recente editorial proclama: O 11 de setembro dos povos será, para a confraria da América Livre, um compromisso de honra. Será um encontro com os sonhos e com o desejo ."



Da primeira à última página, a coisa respinga sangue e ódio, de mistura com a velha retórica autodignificante que faz do genocídio comunista uma apoteose do amor à humanidade, condenando como fascista quem quer que veja nele algo de ruim. Na mesa do seu Conselho Editorial, quem se senta ao lado do líder das Farc, comandante Manuel Marulanda Vélez, o famigerado Tiro Fijo ? Nada menos que o chefe de gabinete do sr. Lula, Gilberto Carvalho. Está lá também o ex-deputado Greenhalgh... Se isso não é promiscuidade, se isso não é cumplicidade entre o nosso governo e o crime organizado, se isso não é uma tramóia muito suja, digam-me então o que é, porque minha imaginação tem limites.



Estão lá ainda o dr. Leonardo Boff, o compositor Chico Buarque de Hollanda ... e o inefável prof. Antônio Candido...”
(v.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/040207globo.htm).



Era o primeiro escalão inteiro da elite intelectual petista que, ao lado do próprio chefe do gabinete presidencial, conspirava ativamente com as Farc, com o MIR chileno e com outras organizações criminosas para a implantação do regime comunista no continente. Se os políticos ditos “de oposição”, os donos de jornais e canais de TV, os líderes empresariais, eclesiásticos e militares tivessem então consentido em examinar o documento que eu lhes exibia, não seria preciso, agora, uma revista colombiana lhes esfregar a verdade na cara, tarde demais para evitar a consolidação da quadrilha petista-farqueana no poder.



Na verdade, nem precisavam das minhas advertências. Em 7 de dezembro de 2001, o Foro de São Paulo , sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, já havia lançado um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classificava como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização.




A mídia inteira e todas as lideranças políticas nacionais, sem exceção visível, abafaram esse fato para não prejudicar a candidatura Lula uns meses depois. Logo após o pleito de 2002, a existência de um conluio entre o presidente eleito e a esquerda radical latino-americana já se tornara ainda mais nítida pela duplicidade de línguas com que o homem falava para o público em geral, ante as câmeras, e para seus companheiros de militância comunista.



Como mais tarde anotei em artigo do Jornal do Brasil
(http://www.olavodecarvalho.org/semana/060413jb.html): “Enquanto a mídia local celebrava a lisura do pleito, o vencedor confessava ao Le Monde que a eleição tinha sido ‘apenas uma farsa, necessária à tomada do poder’, sendo confirmado nisso pelo sr. Marco Aurélio Garcia em declaração ao jornal argentino La Nación de 5 de outubro de 2002.”



Em qualquer país decente, confissões abertas como essas suscitariam imediatamente uma tempestade de investigações e denúncias. No Brasil, foram recebidas com uma afetação de indiferença blasée por todos aqueles a quem, no fundo, elas aterrorizavam. Poucas condutas humanas se igualam, em baixeza, à covardia que começa por se camuflar de impassibilidade olímpica e, pela persistência, acaba por se transformar em cumplicidade ativa. Mas essas criaturas haviam investido tão pesado no slogan anestésico Lula mudou , que, para não reconhecer o erro, preferiram dobrar, triplicar e quadruplicar a aposta na mentira, até que contestá-la se tornasse, como de fato se tornou, prova de doença mental.



Graças a essa longa e pertinaz conspiração de omissões, a esquerda revolucionária teve todo o tempo e a tranqüilidade que poderia desejar para alterar o mapa do poder político brasileiro ao ponto de torná-lo irreconhecível. Quem manda no Brasil, hoje? Um bom indício é a propriedade da terra. Seis por cento do território nacional pertencem a estrangeiros, dez por cento ao MST, outros dez a “nações indígenas” já sob controle internacional informal, quinze ou vinte são controlados pelos narcotraficantes locais aliados às Farc, mais dez ou quinze estão para ser transferidos aos quilombolas.



O que está acontecendo neste país é a mais vasta operação de confisco territorial já observado na história humana desde a coletivização da agricultura na URSS e na China – e as chamadas elites, sentadas sobre esse paiol de pólvora, com um sorriso amarelo na boca, só querem dar a impressão de que a paz reina, as instituições são sólidas e São Lulinha zela pelo bem de todos.



Outro indício seguro da distribuição do poder é a capacidade de mobilização das massas. Somem os partidos de esquerda, o MST, as centrais sindicais, as pastorais de base e porcarias semelhantes, e verão que, no instante em que quiser, a esquerda revolucionária tem condições de espalhar nas ruas não menos de cinco milhões de militantes enfurecidos. Consolidado pela omissão pusilânime de todos os que teriam o dever de impedir que ele se consolidasse, o monopólio esquerdista dos movimentos de massa marca a distância entre onipotência absoluta e impotência total e é, por si, um retrato do que o futuro reserva ao País.



Mas as organizações de esquerda têm algo mais que isso: têm, através das centrais sindicais, dos partidos e de uma rede imensurável de organizações militantes, o controle absoluto e incontestável de todos os serviços essenciais. Mais ainda do que sua extensão descomunal, o que é notável nesse sistema de dominação é a sua integração, a sua unidade estratégica e funcional. As Farc não estão infiltradas só nos altos escalões da República: elas dominam também os bas-fonds da criminalidade, através de seus contatos com o PCC e o Comando Vermelho, por sua vez estreitamente articulados com o MST e organizações congêneres. De alto a baixo, a sociedade brasileira está à mercê da subversão e do crime.




Nada disso surgiu da noite para o dia. Tudo foi preparado e montado pouco a pouco, metodicamente, desde o advento da Nova República, diante dos olhos cegos e cérebros entorpecidos da liderança “direitista”, cuja preocupação predominante ou única, ao longo da construção desse engenho macabro, foi tapar as bocas dos inconvenientes que ousassem perturbar suas boas relações com o governo. O quadro corresponde exatamente, milimetricamente, ao esquema da revolução passiva propugnado por Antonio Gramsci, em que só um lado age, enquanto o outro se deixa arrastar para o abismo com docilidade abjeta.



Também isso expliquei antecipadamente, no meu livro de 1993, A Nova Era e a Revolução Cultural , que até coloquei à disposição dos leitores, gratuitamente, no meu site da internet (http://www.olavodecarvalho.org/livros/neindex.htm ).

Direi que foi como falar com pedras? Não sei, nunca falei com pedras. Agora sinto-me tentado a experimentar.



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Informe-se mais sobre "o dossiê brasileiro" clicando:



terça-feira, 29 de julho de 2008

O Filho de Putin ataca de novo


Imagem daqui



Recentemente o Gorilla Chàvez esteve na sua amada Rússia para fazer umas "comprinhas" para seu projeto insano.


Mas, segundo a agência russa Interfax, “divergências” entre Caracas e Moscou impediram que ocorresse um pré-contrato de US$ 30 bilhões em armamentos para a Venezuela chavista inclusive em relação a equipamentos avançados como o caça Su-35.


Diz essa agência que isso se deve ao efeito dos dados do computador do narcoterrorista das FARC morto (thank God!) Raul Reyes.


Ou seja o governo russo estaria “cuidadoso” diante do apoio mais que escrachado de Chàvez às FARC, o que poderia “estremecer” ainda mais suas relações com Washington.


Chàvez tentou jogar com os russos e isso está subtendido na medida em que, aproveitando-se da reação russa ao sistema de defesa antimísseis que o governo norte-americano planeja implantar na Europa Central, Chàvez tentou seduzi-los com o oferecimento do território venezuelano para a implantação de bases russas, e deixou exposto seu afã pela dominação como um fim em si mesmo, ao “esquecer” propositalmente que Cuba tem as mesmas pretensões.


Ou seja, o Gorilla ficou de quatro diante de Putin, sua fonte fornecedora de armamentos.


A Rússia, tão “bem” intencionada, disse querer impor controles das armas que irão compor o update do armamento chavista, não só em relação ao fornecimento de novos armamentos como também sobre as armas já fornecidas.


Só para se ter uma idéia, a pretensão do Gorilla Chàvez de comprar o fuzil AK-103 tinha a “vantagem” de usar a mesma munição do AK-47 (calibre 7,2cm), justamente a arma padrão das FARC e se os russos formalizarem protocolos que impeçam o repasse dessas a “terceiros” (leia-se FARC) isso criaria sérias dificuldades ao verdadeiro chefe daquele bando narcoterrorista.


Mas porque estariam “esfriadas” as relações Moscou-Caracas se o objetivo dos dois é o mesmo?


Uma das explicações é o lucro que a Rússia deixaria de ter já que o governo chavista quer que as novas compras sejam financiadas com créditos abertos pelo governo russo que se pergunta "por qual razão um país produtor de petróleo e membro da OPEP, com o preço a U$130 o barril, necessita de créditos para adquirir armamentos".


Outra explicação estaria na reunião ocorrida em junho passado entre o presidente russo Dmitriy Medvedev com o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, na qual discutiram a possibilidade de novas vendas de armamentos à Colômbia, que tem como maior adversário a Venezuela.


Além disso, existe a possibilidade de que o México e Argentina adquiram equipamentos bélicos russos sendo que o Brasil reabriu “oficialmente” o programa de aquisição dos caça F-X2, o que faria Moscou mais “cuidadosa”.


Por outro lado, Ruslán Puhkov, diretor do Centro Russo para Análise de Estratégias e Tecnologias (CAST), diz que o mercado europeu de defesa está "praticamente fechado para Caracas, primeiro, porque os equipamentos são muito caros e segundo, porque vários componentes são produzidos nos Estados Unidos, que tem impedido que este material seja vendido à Venezuela".


Um momento, Sr. Puhkov, o que é realmente “caro” para Chàvez que desvirtua os petrodólares com o sacrifício do povo venezuelano?


O problema, ou melhor, a solução, estaria sim nos componentes produzidos nos EUA que, ao menos antes que B. Hussein Obama chegue para queimar a bandeira americana, impede que os mesmos sejam disponibilizados a um narcoterrorista psicopata como o Gorilla Chàvez.


E como explicar a “boa intenção” russa quando o mesmo “especialista”, numa entrevista para a agência RIA Novosti afirma que "Qualquer que seja a conjuntura do mercado mundial de material bélico, Hugo Chávez seguirá comprando armamento na Rússia e poderá gastar até cinco bilhões de dólares na próxima década".


Esses cinco bilhões mencionados é que podem ser elevados à potência cash que o Gorilla Chàvez disponibilize para “convencer” os russos.



Realmente ou a KGB não está com nada ou finge que pegou a doença de Lula da Silva, que “nunca sabe de nada”. Ora, a KGB “não sabe” nem da existência do Foro de São Paulo que já elegeu por aqui 12 narcoterroristas que compõe o Foro do Terror (Foro de São Paulo) como presidentes de “Estados” prestes a desaparecer sob o manto opaco (ao povo) da URSAL, o que converge com seus sonhos comunalhas?


Resumo da ópera bufa de Chàvez e Putin: não é minimamente razoável que se credite confiabilidade nem a Moscou nem ao Gorilla Chàvez, já que tudo isso não passa de jogo de cena e desinformação planejada milimetricamente para confundir a opinião pública com a finalidade de melhor esconder o que se passa realmente nos bastidores.


Enquanto isso o crápula dirigente da Venezuela diz que os EUA querem ressuscitar a “Guerra Fria”.


Ressuscitar o que nunca morreu? Como assim?


Um recadinho para Chàvez: a “guerra” pode é se tornar muito quente, principalmente se travada no Inferno.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

De algemas, grampos e bananas


imagem balada daqui


'Sente a marisia, acende, puxa, prende, passa, uuu...'



Confissões do quiliasta Tarso Herr Genro



Por Carlos Reis em 27/07/2008


O que esperar mais de Tarso Herr Genro? Ele acaba de confessar-se. Nós não lemos mentes, mas as percebemos e as identificamos quando elas estão abertas. Sentimos seu cheiro ruim lá da rua. Mas agora, depois dessas revelações psicanalísticas nem disso precisamos mais.



O episódio dos grampos me lembra o O’Brien de 1984 de George Orwell. Tarso Herr Genro é o O’Brien. Mais sedutor, mais sutil, mas é O’Brien. E infinitamente mais perigoso porque é de carne e osso. Centenas de milhares escutas telefônicas não são exatamente a característica de uma democracia. Estão mais para 1984. Tarso Herr Genro, o torturador ideológico de luvas de pelica, sabe disso.



A frase do O’Brien petista que as algemas devem servir apenas para proteger o réu merece uma leitura psicanalítica. O falecido psiquiatra Dr. Ronaldo Moreira Brum, amigo e parceiro de José Giusti Tavares, organizador do livro TOTALITARISMO TARDIO, O CASO DO PT, Ed Mercado Aberto, 2000, Porto Alegre, já ensinava e iluminava para nós os porões da mente totalitária. Dizia o prof. que o totalitarismo radica na alma humana, mas que o caráter anal e a personalidade paranóide têm um papel fundamental. Por outro lado, tais indivíduos controladores e dominadores, de fala mansa e baixa, contam com a angústia das massas.
A massa, psicologicamente desprotegida, necessita, como é assinalado por vários estudiosos desse tema, identificar-se com lideranças que ofereçam caminhos que, pelo menos, pareçam seguros.




Tavares nos lembra que Tarso Herr Genro afirmou em livro seu de 1988 “que seu partido deveria apropriar-se da teoria de Rosa, Lenin, Gramsci, Lukács e Bloch”. O que mais falta para o O’Brien de Santa Maria exercer sobre nós sua tirania, a violência, o voluntarismo, e a ditadura? Nada mais, desde que o povo brasileiro sucumbiu à certeza revolucionária e totalitária. Nessa frase-síntese ele confessou seu desejo de morte, de ódio, de inveja, de ressentimento, e um insopitável desejo pelo controle total, de um panopticon que perscruta até a alma do infeliz indivíduo por ele espionado. Essa é a mente revolucionária e totalitária por excelência, vingativa por excelência, que maneja o presente e o passado com a certeza e a convicção, para uso interno, de que o futuro e as promessas dos paraísos futuros, na verdade, não interessam – “os denominados fins últimos do socialismo não são nada; o movimento é tudo”, como dizia Berstein já em 1899 (TAVARES, 2000). Olavo de Carvalho diz parecido, que o comunismo é o presente (uma cultura), enquanto não chega o socialismo radiante do futuro.



Líderes de voz suave, sussurrada, assoviada, rouquenha, têm a propriedade de inocular certezas na sociedade em doses homeopáticas e anestésicas. Eles conseguem eliminar a incerteza, reduzir ou suprimir a ansiedade, como diz Tavares, e sabem prometer um mundo melhor como ninguém. São mestres nisso, mas não conseguem esconder sua capacidade de gerar energia revolucionária, o ativismo político a que chamam transformação da práxis, mudança, que sabemos produz o atrito dos corpos. Por isso sentimos o cheiro do cérebro doentio maquinando, e o cheiro de queimado das suas vítimas. Quatrocentos mil grampos telefônicos e cinqüenta e cinco mil assassinatos por ano, estes são os números da Justiça de Tarso Herr Genro. Agora ele confessou – nos preparemos para o pior.



Difícil não ver em Antonio Palocci, Tarso Herr Genro, Greenhalgh, em Lula essas vozes de diabólica suavidade. Stalin falava baixo. Tarso Herr Genro ainda tem mais uma qualidade negativa: como Márcio Thomas Bastos é capaz da formulação esquizofrênica em estilo acadêmico e verboso; inverte o real e o expõe como verdade, e consegue arrancar aplausos de suas vítimas, embora deixe entrever um interior nojento e doentio. O’Brien andava sozinho. Yágoda e Beria tinham este perfil solitário e assustador. Viraram impessoas.



Algemas para proteger o réu se explica por essa leitura. A sociedade que se foda: um réu ou criminoso tem que ser protegido dela neste Estado invertido! Afirmar a prisão coletiva da sociedade nos grampos estatais, em tom ameaçador e sádico, é típico do torturador racional e frio do estado policial. Tarso Herr Genro é uma psicopatologia ambulante. Foi por isso que sempre vi nele o fim do PT, a sua autodestruição, o próprio auto-aniquilamento do partido-estado. Como equivalente a um reasoning de estado, ou real politik, parece ser isso que os americanos vêem no Brasil e na Venezuela de Chàvez: lideranças psicopáticas desse tipo não duram muito.



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Confio e espero que Carlos Reis tenha razão ao dizer que "lideranças psicopáticas desse tipo não duram muito."

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Troféu Banana!



Vai, sem dúvida alguma para Celso Amorim o Kumpanhero do Itamaraty Petralaha!

sábado, 26 de julho de 2008

A farsa simoniana





Por Carlos Reis em 26/07/2008.



"Como bom e obediente comunista, Pedro Simon já se prepara para acionar o Senado brasileiro, repleto de corruptos e comunistas, para incentivar a transformação das FARC em partido político.


A estratégia é velha e foi usada com sucesso em quase todos os países do Foro de São Paulo (América Latina), onde guerrilheiros com as mãos sujas de sangue se transformaram em governos. Foi assim no Brasil, na Argentina, no Uruguay, no Paraguay, no Equador, e na Bolívia.


Simon e seus colegas comunistas do Foro de São Paulo, entre eles Eduardo Suplicy, esperam que aconteça o mesmo na Colômbia. No entanto, o único e grande óbice ao intento de entregar a Colômbia ao comunismo do Foro de São Paulo é Álvaro Uribe, grande responsável pela derrota das FARC, e que conta com a simpatia de mais de 80% do seu povo.



A estratégia mentirosa e ardilosa é fazer de Ingrid Betancourt uma heroína; a mídia comunista brasileira já a compara a Heloisa Helena (vide o Globo Eletrônico). O objetivo é claro: fazê-la candidata comunista à presidência da Colômbia e legitimar as FARC como partido político.



Simon, que nunca fez nada contra seus companheiros ideológicos das FARC e nunca mexeu uma palha pela libertação dos reféns da guerrilha comunista, órgão militar do Foro de São Paulo, verte de novo suas lágrimas de crocodilo agora pela eco-comunista Ingrid Betancourt, a qual deve sua liberdade a Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, e a ninguém mais, muito menos ao cínico presidente francês, ou ao guerrilheiro-ditador Hugo Chàvez. Ingrid Betancourt não deve sua liberdade nem a sua mãe que preferiu a companhia dos apoiadores e financiadores do Foro de São Paulo.



Para maiores informações sobre Ingrid Betancourt, seu cativeiro, e as FARC, vide texto de Graça Salgueiro, especialista em América Latina, onde está toda verdade oculta pela mídia brasileira.



Não é a primeira vez, nem será a última que Pedro Simon se comporta assim. Ele já homenageou o assassino confesso e frio Che Guevara no Senado. Ele já jejuou pelo MST quanto esta guerrilha cortou a garganta de um soldado da Brigada Militar em serviço, na Praça da Matriz, sede do governo do Estado.



Simon é um aproveitador barato. Ingrid Betancourt é vitima culpada de seu próprio seqüestro. O Senado brasileiro, o pigsty (chiqueiro de porcos), como o chamou o jornal inglês The Economist, se prepara para mais uma baixaria.



A Colômbia não precisa do Senado brasileiro, que sempre esteve ausente na luta contra as FARC; que sempre omitiu a existência do Foro de São; que sempre esteve disposto a aceitar que Lula, Marco Aurélio top top Garcia, e Celso Amorin negassem o óbvio: que as FARC são uma organização terrorista que mantém um campo de concentração na selva.



Álvaro Uribe já conta com 83% de popularidade e o terceiro mandato já é uma exigência do povo colombiano. Os comunistas não querem isso; Simon não quer; Eduardo Suplicy não quer, Lula e Hugo Chàvez não querem; INGRID BETANCOURT NÃO QUER!



Os fatos.


A carta agradecida de Ingrid Betancourt ao convite dos comunistas brasileiros:



"Caro senhor embaixador,



Confirmo o recebimento de sua carta de 15 de julho último, assim como do convite do Senado Federal brasileiro para assistir a uma de suas sessões. É uma honra imensa para mim, que me toca sobremaneira, e é com respeito que aceito a distinção que me é acordada. Estarei ausente de Paris a partir de amanhã e só estarei de retorno em meados de agosto. Não terei, portanto, o prazer de poder encontrar o senador Pedro Simon, o que lamento sinceramente.

Entretanto, se for de seu desejo, entrarei em contato com o senhor quando de meu regresso. Será um prazer conhecê-lo e trocar opiniões sobre o futuro de nossos dois países e desse continente sul-americano que nos é tão caro.

Na espera desse momento feliz, receba, senhor embaixador, a expressão de meus sentimentos mais sinceros.

Ingrid

PS: Agradeço se puder transmitir meu pequeno cartão de agradecimento ao senador Eduardo Suplicy (PT-SP), assim como meu desejo de aceitar seu convite."



O contentamento de Simon, que deve ser denunciado ao povo colombiano:


"A senadora Betancourt respondeu a carta (de 15 de julho) que enviamos dizendo que está disposta a nos visitar no Senado do Brasil", declarou Simon de Paris, em conversa telefônica com a agência de notícias Ansa. "É muito importante que ela tenha mostrado formalmente a sua disposição de viajar ao Brasil. Acredito que é um passo para que possamos tratar da situação na Colômbia".

”Há um clima favorável para buscar caminhos, ou demandas que favoreçam o início de uma aproximação para chegar a uma solução sobre o tema dos reféns na Colômbia”.



Mentira! Simon cumpre ordens do Foro de São Paulo, ou o mais provável: segue seu coração vermelho que é mais do que ele.



Agora é tarde, Sen. Simon: depois de 45 anos de guerra contra as FARC, e com a vitória do povo colombiano, é desnecessária a “ajuda” brasileira que parte de partidários de Lula e seus companheiros do Foro de São Paulo.



A única coisa que espero de Pedro Simon é o fim de sua carreira política, e ele nos prometeu isso. Não nos decepcione, Senador!"


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Comentário meu:

O que esperar de um "senado" cuja folha corrida conta, dentre muitos outros casos sinistros, com a homenagem ao mito sanguinário "Che", hoje comido pelos vermes que alimentaram suas "ações" em vida? Essa fatura já foi muito bem LIQUIDADA!
Faltam ainda muitas outras, é certo.

Meu sincero desejo é o de que o tal Simon da "ética vermelha" e seus pares se engasguem até perder o fôlego com todo o lixo que têm produzido para o Brasil.