quarta-feira, 16 de abril de 2008

Ao Itamaraty petralha




Neste vídeo, o ex-chefe terrorista das Farc, Luis Edgar Devia Silva, 'Raúl Reyes', que já está no inferno (de onde nunca deveria ter saído), saúda o presidente do Equador, Rafael Correa, por sua vitória na “assembléia constituinte” equatoriana, rumo ao socialismo.

Reyes envia a Rafael Correa sua saudação bolivariana e declara ainda a disposição de seu grupo TERRORISTA de consolidar as relações com o Equador (porque já a tinham com a Venezuela muito antes daquela época*) mas não com a confrontação com os exércitos dos países vizinhos.

Se ainda restava alguma dúvida quanto à participação dos bolivarianos Rafael Correa e Hugo Chaves Frias nas ações terroristas, aí está o vídeo.



•* - observação minha
•fonte aqui.

domingo, 13 de abril de 2008

PRÊMIO 11 DE ABRIL



A querida Stella do excelente blog Postura Ativa me honrou com o Prêmio 11 de Abril.

O blogueiro venezuelano Alexis Marrero criou o prêmio em questão para distinguir blogs venezuelanos e estrangeiros que compartilham da luta pela liberdade.

Para melhor compreender o significado dessa distinção, clique aqui.

Se existe alguma coisa que me alegra a alma é ser vinculada aos ideais e à luta pela liberdade.
A Liberdade a que me refiro não se vincula de forma alguma àquela que se utiliza do estado de direito para solapar a democracia e manter no poder tiranos (ou mesmo futuros candidatos) que se ajoelham diante da nomenKlatura internacional (representada na região pelos princípios criminosos do Foro de São Paulo) com a finalidade de exterminar com a soberania de cada uma das nações latino-americanas.


Agradeço a Stella o carinho da lembrança.

Indico os seguintes blogs por seu valor na luta pela liberdade para que recebam essa mesma honraria:

André Werner
Blogando Francamente
Blog do Clausewitz
Blog da Santa
Blogildo
Con o Sin Palavras - Caricatura de uma Revolución
Contatos Imediatos
Ferra Mula
Frodo Balseiro
Gilrang's Blog
Notalatina
O Que Pensa o Aluizio
Outras Letras
Sôbesta
Vaca Atolada


terça-feira, 8 de abril de 2008

Ignorância mútua

Barack Obama "OSAMA" Hussein


Por Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 07 de abril de 2008

A ignorância da elite falante americana sobre o que acontece no Brasil só se compara, em extensão e profundidade, à da sua equivalente brasileira quanto ao que se passa nos EUA. Em plena apoteose da “globalização”, com a internet ao alcance de crianças de três anos, esse duplo fenômeno não pode se explicar pela carência de informações, mas só pelo desejo compulsivo de privar-se delas até às últimas conseqüências.
É ignorância voluntária, criminosa.

Da parte dos americanos, os motivos que a produzem são também duplos. O Partido Democrata, cujas ligações com a esquerda revolucionária mundial são hoje em dia as mais íntimas que o instinto da promiscuidade obscena poderia desejar, tem razões de sobra para proteger da curiosidade pública a rede de conexões que, de Brasília, diretamente do sr. presidente da República, do sr. Gilberto Carvalho e do sr. Marco Aurélio Garcia, se estende sobre dezenas de organizações subversivas e criminosas em toda a América Latina.

Os republicanos, por sua vez, tentam camuflar como podem a omissão catastrófica, o absenteísmo insano que marcou a política latino-americana do presidente George W. Bush ao longo de sete anos de governo. O meio que encontram para isso é fingir que acordos comerciais, sorrisos de humildade e demonstrações de rudimentar habilidade sambística conseguiram magicamente neutralizar o ódio anti-americano dos brasileiros e conquistar para a causa da democracia capitalista o próprio idealizador, fundador e chefe do Foro de São Paulo, Luís Inácio Lula da Silva em pessoa, transmutando-o num baluarte do antichavismo (v. Nota no fim do artigo).

Os dois partidos estão, pois, de acordo em iludir a opinião pública quanto ao estado de coisas na América Latina. Mas salvar por todos os meios a boa imagem de Lula não é possível sem suprimir toda e qualquer menção às intensas atividades clandestinas e subversivas que ele próprio já confessou pelo menos duas vezes em declarações oficiais. Não é portanto de estranhar que o templo máximo do consenso bipartidário, o CFR, Council on Foreign Relations, tenha consentido em servir de caixa de ressonância à mentira mais torpe e desprezível da última década: a proclamação da inexistência do Foro de São Paulo.

Nem é de espantar que a grande mídia de Nova York e Washington, megafone do consenso dominante, se esmere em mostrar a ditadura Hugo Chávez como um fenômeno aberrante e isolado, e não como aquilo que verdadeiramente é: a expressão mais vistosa – e nem de longe a mais temível -- de uma gigantesca trama revolucionária urdida ao longo de duas décadas por iniciativa do PT e de seu líder máximo, a cujo pioneirismo as próprias Farc, em nota oficial, reconheceram o mérito de haver preservado da extinção o movimento comunista no continente latino-americano.

A esse acordo mútuo entre negacionismos corresponde, como um eco, a cegueira voluntária das elites falantes brasileiras quanto ao que se passa nos EUA. A diferença entre o que leio na mídia nacional sobre a política americana e o que vejo acontecer aqui é tão imensa, tão profunda, tão chocante, que dela só posso concluir que os jornalistas brasileiros vivem numa redoma, contatando o mundo exterior só por um exíguo canudinho onde não passa nem mosquito.

Não é só um problema de mau jornalismo, é um isolamento cultural como só no tempo em que as notícias viajavam de caravela. Nada, absolutamente nada do debate cultural mais intenso e emocionante que já se viu no mundo aparece nos jornais daí – e praticamente nenhuma questão se discute no Parlamento ou na mídia popular dos EUA se antes não foi mexida e remexida pelos intelectuais, em livros, em revistas de cultura e nos think tanks , de modo que, se você não acompanha o movimento das idéias, não entende nada do que se passa na política americana.


A epidemia de louvações a Barack Obama que se apossou dos opinadores profissionais brasileiros dá ao nosso público a nítida impressão de que o sujeito tem o apoio maciço da população americana. Aqui a onda de aplausos ao famoso discurso de explicações do pré-candidato democrata veio só pela mídia esquerdista chique, imediatamente contestada, com sobra de veemência, em programas de rádio que, somados, têm uma audiência de cinqüenta milhões de pessoas.

A unanimidade obâmica só existe no Brasil. Até Ali Kamel, insuspeito de esquerdismo, entrou na festa. E o Instituto Millenium, supostamente “de direita”, convidou o sr. Demétrio Magnoli
(v. A revolução interrompida ) para proclamar que “o candidato precisava reagir a um escândalo -- e escolheu o caminho mais digno”.

Mais digno? Obama havia mentido despudoradamente ao negar que conhecia o fanatismo anti-americano e racista de Jeremiah Wright.
Desmascarado irremediavelmente por testemunhas e pelas gravações mesmas dos discursos do pastor, partiu para o gerenciamento de danos, admitindo os fatos em versão vaselinada. Que dignidade há em fazer da culpa confessada tardiamente, e a contragosto, uma ocasião de autolisonja? É a dignidade com que Bill Clinton alegou não saber que sexo oral era sexo.


Ademais, se Obama simula ter idéias moderadas em matéria de conflito racial, seus verdadeiros sentimentos a respeito são idênticos aos do pastor Wright. Em seu livro de memórias, cada menção a “brancos” vem seguida de um rosnado entre dentes, muitíssimo mal disfarçado. Nos EUA não falta quem mostre isso ao público (v. por exemplo Obama's Dimestore 'Mein Kampf').

No Brasil é proibido pensar mal de Barack Obama.
Mas esse caso de distorção pontual é nada, em comparação com a completa ausência, na nossa mídia, de menções ao problema mais urgente e dramático em discussão nos EUA. Don Hank, editor de Laigles Forum
(http://laiglesforum.com ), militante conservador, porta-voz da maioria que um dia foi silenciosa e hoje começa a ser maioria silenciada, resume assim esse problema:

“Se perdermos a nossa soberania por meio de acordos com a ONU, de uma Comunidade Norte-Americana ou de outra forma de governo supranacional, os votos dos cidadãos americanos ficarão tão miseravelmente diluídos que quase não terão influência no mundo. E não haverá como voltar atrás. Decisões quanto a outros tópicos, como aborto, casamento gay, programas de benefícios sociais, medicina socializada, etc., podem todas ser revertidas, até certo ponto. Mas, uma vez que tenhamos sido desprovidos da nossa soberania, a América estará perdida para sempre, assim como as nações européias se perderam. De fato, dificilmente podemos ainda nos referir a elas como nações. Se dermos nada mais que uns poucos passos a mais na direção do supranacionalismo (que é o mesmo que o novo comunismo), as portas da liberdade se fecharão com estrondo. Isso será aquilo que Ronald Reagan denominava o primeiro passo para mil anos de trevas.”

Os jornalistas brasileiros têm lá o seu direito – digamos que o seja -- de odiar o movimento conservador americano, que conhecem só por imaginação. Mas não têm nenhum direito de fingir que ele é o inverso daquilo que realmente é e, com base nessa falsificação total, apresentar como ponta de lança da dominação globalista justamente a nação que está mais envolvida numa luta de vida e morte contra essa forma suprema, definitiva e avassaladora de imperialismo.

Por ironia, não são só esquerdistas ex professo que assim ludibriam o povo brasileiro e buscam induzir em erro até as nossas Forças Armadas. Em recente conferência no Clube da Aeronáutica do Rio de Janeiro ( movimento ambientalista-indigenista, conflitos de quarta geração e a Amazônia no século XXI ), o jornalista Lorenzo Carrasco, discípulo e porta-voz do sr. Lyndon La Rouche , falando sobre o indigenismo como estratégia globalista para a dissolução da soberania nacional, não pronuncia uma única vez a expressão “Nações Unidas” (é como descrever um estupro sem mencionar a presença do estuprador) e, no fim, ainda apresenta como modelo inspirador para o nacionalismo brasileiro a política do ditador russo Vladimir Putin, como se este fosse uma alternativa à dominação global e não um de seus agentes maiores através do Pacto de Solidariedade de Shangai, cujo objetivo declarado é dar ainda mais poder à ONU.


Nota
Não vejo como entender de outra maneira a recente declaração da sra. Condoleezza Rice, de que os EUA não selecionam parceiros por sua ideologia de direita ou de esquerda. Como o esquerdismo hoje em dia já não se define por uma pauta econômico-social precisa e tem como único centro aglutinador o anti-americanismo nu e cru, essa declaração só pode significar que o governo americano aceita como aliados, em pé de igualdade, os amigos e os inimigos da América.
Na prática, é precisamente essa a doutrina que o Departamento de Estado vem seguindo na América Latina, esquecendo a advertência prudente de Donald Rumsfeld de que a fraqueza atrai a hostilidade. A coisa mais evidente do mundo é que a onda anti-americana, no Brasil como em toda parte, só pode ser contida mediante uma vigorosa diplomacia pública que enfrente os inimigos no próprio terreno da propaganda ideológica, quebrando a hegemonia esquerdista. Se muitos políticos de Washington não querem fazer isso, tudo o mais que façam é desconversa que só pode favorecer ambições globalistas, não a nação que os elegeu.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O Preço de um Resgate




Segundo a BBC Brasil, as Farc declararam que não haverão novas libertações unilaterais de reféns e que consideram “inadmissíveis” os pedidos para novos “gestos de paz”.


Não é meiga a expressão “gestos de paz” usada pelos facínoras?
Os narco-terroristas consideram um “gesto de paz”(!) liberar reféns, vítimas à revelia da psicopatia que os acomete.


É mesmo a novilíngua que adivinhou Orwell em seu livro 1984....o ministério da verdade que só dizia mentira (isso me lembra a república onde luís iGnácio e wandinha dizem que dossiê é “banco de dados” e mudam com a maior desfaçatez o real significado das palavras).


De volta ao assunto, os TERRORISTAS Rodrigo Granda e Jesús Santrich assinam um artigo publicado pela Agência Bolivariana de Imprensa (ABP, na sigla em espanhol) e pela Agência de Notícias Nova Colômbia (Anncol) próxima às Farc, em que consideram ingênua a decisão de Nicolas Sarkozy de enviar uma missão médica para atender à Ingrid Bettencourt, sem antes ter "acordado" com os terroristas tal procedimento:


"Somente como conseqüência de uma troca de prisioneiros sairão livres os que estão em cativeiro em nossos acampamentos" (sic).


E aí, Sarkozy, não está satisfeito com sua baixa popularidade na França (por culpa sua) e quer forçar uma negociação do Presidente Uribe com o TERROR?


Quem quiser encontrar Ingrid Bettencourt (se ainda viva estiver) precisa procurar nos palácios de Chavez, de Correa, de Morales ou mesmo com o TOP TOP Garcia que muito provavelmente tem informações bem mais precisas sobre sua localização.


É bom lembrar que existem outros reféns além de Ingrid, que apesar de não serem tão famosos pela dupla cidadania, não merecem ser negociados qual escravos desses assassinos.


Afinal, todas as vítimas precisam ser devolvidas às suas próprias vidas, sem pré-condições impostas pela escória do mundo, por bem ou por mal.


Espero que o Presidente Uribe se mantenha firme e não negocie com TERRORISTAS.



Em Ransom (O Preço de um Resgate) a personagem de Mel Gibson oferece uma fortuna para quem denunciasse o seqüestrador de seu filho em lugar de pagar o resgate solicitado pelo bandido.
Certo, era um filme e no 'Happy End' o canalha se ferrou.


Se de mim dependesse, aproveitaria que o “Osama Hussein” ainda não está na Casa Branca e pediria uma força-tarefa que agisse tal qual o resgate em Entebe pelo Mossad, e ainda uns mísseis endereçados para os locais devidamente já identificados por satélite (norte-americano, sem dúvida) dos “acampamentos” do horror, uma vez salvas as vidas da maioria dos reféns.
Só assim para exterminar a rede bolivariana toda (sem exceção, óbvio).
Podem ser perdidas algumas vidas, mas guerra é assim mesmo, infelizmente.
Por outro lado, quantos milhares de futuros reféns passarão para as mãos sujas de sangue dessa corja, caso haja mesmo uma negociação?
E neste caso, também perderia a Colômbia como país, já que seria centuplicado o risco de ser tomada pelos esquerdopatas a serviço do TERROR (a exemplo da Venezuela, etc e tal).


Não se pode admitir o curvar-se à insanidade dessa laia.
Aí sim, o preço será impagável.




OBS- Para acessar o site da Agência Bolivariana de Imprensa (ABP) (só para quem tiver estômago forte como a petralhada), clique aqui


terça-feira, 1 de abril de 2008

Terroristas no Poder









O El País noticia hoje, 02 de Abril de 2008, que o PCC tenta infiltrar-se no Congresso Nacional por meio do financiamento da campanha eleitoral de diferentes partidos.

Segundo revelaram as escutas policiais entre os dirigentes do PCC, a organizacão pode conseguir votos para seus candidatos entre as familias dos presos em 10 Estados do país.
"Muitos partidos políticos não têm a força nacional que nós temos", afirma Marcola, líder da máfia assassina.


Ah, e segundo o PCC, eles já têm importantes candidatos a quem apoiar financeiramente no Partido dos "Trabalhadores" (PT) (nenhuma novidade, né?), no PSDB e no DEM.

A reportagem só esqueceu de comentar os fortes vínculos entre o PCC e as FARC (para as quais o PCC serve de intermediário do narcotráfico no Brasil, matando milhares de brasileiros), e cujos terroristas são sócios e companheiros do governo(?) brasileiro e do PT (além de outros esquerdopatas) no Foro de São Paulo, e não se pode esquecer de mencionar ainda a profunda “amizade” entre todas estas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS (sem exceção) com “movimentos sociais” como o MST (um dos principais braços armados do PT) e o resto da laia.

Outro ponto que eu quero aqui destacar é que eu achei que a notícia fosse antiga, porque de bandidos e terroristas o “Congresso” já está cheio.

Como Janer Cristaldo escreveu uma vez, povo vil não precisa mesmo ser desarmado. Porque mesmo que tivesse armas, adora um "pão e circo", não reage.

Resta então, sonhar que todos se matem por lá (planalto inclusive).